Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

 
 
Títulos propostos:

hipótese 1. Tradução em Língua Gestual Portuguesa para audiovisuais, em conteúdos de alta definição.

hipótese 2. Como se adaptam os conteúdos para HDTV, que alterações a introduzir na produção desses conteúdos? A transmissão em alta definição permitirá adoptar outras soluções na difusão de conteúdos para surdos.

hipótese 3. Existirão outros caminhos para a acessibilidade aos conteúdos televisivos por parte de pessoas com necessidades especiais, nomeadamente pessoas com surdez.

hipótese 4. Como aproveitar o novo formato de televisão, HD (DVB-T, DVB-IPTV e DVB-H), o qual anuncia enormes qualidades técnicas, em benefício de

pessoas com deficiência auditiva.
 

 

A evolução registada ao nível da TV, ao nível da qualidade do sinal distribuído e igualmente a nível dos consumos realizados no sentido do social-tv, obriga a emergir novos campos no desenvolvimento e disponibilização de conteúdos para linguagem gestual.

Uma das grandes melhorias, em recepção de televisão, depois do aparecimento da televisão a cores, é a transmissão da imagem e som em Alta-Definição (imagens a 1080i e áudio dolby digital) qualidade aproximada apenas em DVD e Blue-Ray.

Os serviços que fornecem conteúdos televisivos pagos, por IPTV, anunciam canais HD. Em Portugal a televisão generalista difundida em sinal aberto já é transmitida em sinal Broadcast DVB-T (TDT) norma Mpeg4, anunciando o switch-off do SD para 2012.Também a difusão através dos canais dedicados na Web, permite qualidade HD , no caso do Youtube, Vimeo assim como os canais de videostream.

 
 
Questões que podem ser formuladas para o estudo:
 

Como vamos então adaptar os conteúdos televisivos a esta tecnologia?

Que alterações terão os produtores de televisão implementar para produzir conteúdos neste novo formato. Qual a adaptabilidade necessária a introduzir em produção e pós-produção?

A norma Mpeg4 é uma tecnologia que permite transportar mais informação, será possível transmitir paralelamente conteúdos media que complementem a comunicação, conteúdos adaptados a invisuais e a pessoas com deficiência auditiva?

No entanto será pertinente questionarmos, se esta nova tecnologia permitirá incluir conteúdos adaptados. Quais as suas potencialidades?

Permitirá anexar mais e novos conteúdos, por exemplo, permitirá criar canais com funções inclusivas, adaptados a pessoas com deficiências, permitirá incluir Língua Gestual Portuguesa, legendagem e/ou audiodescrição? De que forma?

fonte telecom.tdt.pt

fonte telecom.tdt.pt

 

Os actuais conceitos aplicados serão os mais adequados? As pessoas com deficiência auditiva preferirão a colocação do “quadrado” com o intérprete ou  legendagem, que implicações linguísticas trazem estas estruturas. Estarão bem concebidas?

 

 




1 comentário:
De lpedro a 28 de Outubro de 2010 às 11:48
Olá.

Apenas uma nota: em termos formais, das hipóteses avançadas, apenas a primeira é verdadeiramente um título. As outras, em termos formais, são questões de investigação.


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