Quarta-feira, 15.12.10


Índice

 

1.       LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA

1.1.    População com deficiência auditiva parcial e profunda

1.1.1. Educação

1.1.2. Inclusão social

1.2.    Características ”morfológicas” da LGP, uma língua visuo-gestual (espacial) e, como tal, apresenta especificidades próprias, a sintaxe.

1.3.    Adaptação da LGP para televisão, problemas e regras, pressupostos

1.4.    Acessibilidade

1.3.1          Em conteúdos televisivos

1.4.1.             Em conteúdos AV

1.5.    Tradução em Audiovisuais, LGP e Legendagem

1.3.2           Na televisão actual, canais pagos  e televisão em sinal aberto

1.3.3           Possibilidades dos receptores de TV digital, descodificadores e BOXs

1.6.    Directivas e Medidas para a acessibilidade no audiovisual

1.6.1. Comunidade Europeia

1.6.2. Em Portugal

1.7.    Propostas de desenvolvimento futuro.

2.      TELEVISÃO

2.1.     O estado da arte da Televisão

2.1.1. Produção televisiva: Composição espaço do plano em 4:3 e 16:9, diferenças em aspect ratio

2.1.2. Luz, enquadramento, cor, definições técnicas

2.1.3. Normativas e directivas da Comunidade Europeia para o audiovisual, difusão de conteúdos.

2.1.4. Televisão e aspectos tecnológicos

2.1.4.1.             A Televisão Analógica

2.1.4.2.             Televisão Digital-TDT, equipamentos e possibilidades

2.1.4.3.             Standards DVB-T, DVB-IPTV, DVB-H, e DVB-M

2.1.4.4.             Características IPTV, equipamentos e possibilidades 

2.1.4.5.             Potencialidade dos equipamentos de Televisão com internet

2.1.5. Formas de difusão de televisão em Portugal

2.2.    Televisão e LGP

2.2.1.  Tendências e medidas para facilitar a acessibilidade da televisão digital. Informação inclusiva

2.2.2. Produtos Audiovisuais com Integração da LGP.

2.2.3. Possibilidade de incluir Serviços Adicionais nos meios de difusão de televisão actuais.


Arquivado em:


Sexta-feira, 08.10.10

 
 
Títulos propostos:

hipótese 1. Tradução em Língua Gestual Portuguesa para audiovisuais, em conteúdos de alta definição.

hipótese 2. Como se adaptam os conteúdos para HDTV, que alterações a introduzir na produção desses conteúdos? A transmissão em alta definição permitirá adoptar outras soluções na difusão de conteúdos para surdos.

hipótese 3. Existirão outros caminhos para a acessibilidade aos conteúdos televisivos por parte de pessoas com necessidades especiais, nomeadamente pessoas com surdez.

hipótese 4. Como aproveitar o novo formato de televisão, HD (DVB-T, DVB-IPTV e DVB-H), o qual anuncia enormes qualidades técnicas, em benefício de

pessoas com deficiência auditiva.
 

 

A evolução registada ao nível da TV, ao nível da qualidade do sinal distribuído e igualmente a nível dos consumos realizados no sentido do social-tv, obriga a emergir novos campos no desenvolvimento e disponibilização de conteúdos para linguagem gestual.

Uma das grandes melhorias, em recepção de televisão, depois do aparecimento da televisão a cores, é a transmissão da imagem e som em Alta-Definição (imagens a 1080i e áudio dolby digital) qualidade aproximada apenas em DVD e Blue-Ray.

Os serviços que fornecem conteúdos televisivos pagos, por IPTV, anunciam canais HD. Em Portugal a televisão generalista difundida em sinal aberto já é transmitida em sinal Broadcast DVB-T (TDT) norma Mpeg4, anunciando o switch-off do SD para 2012.Também a difusão através dos canais dedicados na Web, permite qualidade HD , no caso do Youtube, Vimeo assim como os canais de videostream.

 
 
Questões que podem ser formuladas para o estudo:
 

Como vamos então adaptar os conteúdos televisivos a esta tecnologia?

Que alterações terão os produtores de televisão implementar para produzir conteúdos neste novo formato. Qual a adaptabilidade necessária a introduzir em produção e pós-produção?

A norma Mpeg4 é uma tecnologia que permite transportar mais informação, será possível transmitir paralelamente conteúdos media que complementem a comunicação, conteúdos adaptados a invisuais e a pessoas com deficiência auditiva?

No entanto será pertinente questionarmos, se esta nova tecnologia permitirá incluir conteúdos adaptados. Quais as suas potencialidades?

Permitirá anexar mais e novos conteúdos, por exemplo, permitirá criar canais com funções inclusivas, adaptados a pessoas com deficiências, permitirá incluir Língua Gestual Portuguesa, legendagem e/ou audiodescrição? De que forma?

fonte telecom.tdt.pt

fonte telecom.tdt.pt

 

Os actuais conceitos aplicados serão os mais adequados? As pessoas com deficiência auditiva preferirão a colocação do “quadrado” com o intérprete ou  legendagem, que implicações linguísticas trazem estas estruturas. Estarão bem concebidas?

 

 




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