Índice
1. LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA
1.1. População com deficiência auditiva parcial e profunda
1.1.1. Educação
1.1.2. Inclusão social
1.2. Características ”morfológicas” da LGP, uma língua visuo-gestual (espacial) e, como tal, apresenta especificidades próprias, a sintaxe.
1.3. Adaptação da LGP para televisão, problemas e regras, pressupostos
1.4. Acessibilidade
1.3.1 Em conteúdos televisivos
1.4.1. Em conteúdos AV
1.5. Tradução em Audiovisuais, LGP e Legendagem
1.3.2 Na televisão actual, canais pagos e televisão em sinal aberto
1.3.3 Possibilidades dos receptores de TV digital, descodificadores e BOXs
1.6. Directivas e Medidas para a acessibilidade no audiovisual
1.6.1. Comunidade Europeia
1.6.2. Em Portugal
1.7. Propostas de desenvolvimento futuro.
2. TELEVISÃO
2.1. O estado da arte da Televisão
2.1.1. Produção televisiva: Composição espaço do plano em 4:3 e 16:9, diferenças em aspect ratio
2.1.2. Luz, enquadramento, cor, definições técnicas
2.1.3. Normativas e directivas da Comunidade Europeia para o audiovisual, difusão de conteúdos.
2.1.4. Televisão e aspectos tecnológicos
2.1.4.1. A Televisão Analógica
2.1.4.2. Televisão Digital-TDT, equipamentos e possibilidades
2.1.4.3. Standards DVB-T, DVB-IPTV, DVB-H, e DVB-M
2.1.4.4. Características IPTV, equipamentos e possibilidades
2.1.4.5. Potencialidade dos equipamentos de Televisão com internet
2.1.5. Formas de difusão de televisão em Portugal
2.2. Televisão e LGP
2.2.1. Tendências e medidas para facilitar a acessibilidade da televisão digital. Informação inclusiva
2.2.2. Produtos Audiovisuais com Integração da LGP.
2.2.3. Possibilidade de incluir Serviços Adicionais nos meios de difusão de televisão actuais.
hipótese 1. Tradução em Língua Gestual Portuguesa para audiovisuais, em conteúdos de alta definição.
hipótese 2. Como se adaptam os conteúdos para HDTV, que alterações a introduzir na produção desses conteúdos? A transmissão em alta definição permitirá adoptar outras soluções na difusão de conteúdos para surdos.
hipótese 3. Existirão outros caminhos para a acessibilidade aos conteúdos televisivos por parte de pessoas com necessidades especiais, nomeadamente pessoas com surdez.
hipótese 4. Como aproveitar o novo formato de televisão, HD (DVB-T, DVB-IPTV e DVB-H), o qual anuncia enormes qualidades técnicas, em benefício de
A evolução registada ao nível da TV, ao nível da qualidade do sinal distribuído e igualmente a nível dos consumos realizados no sentido do social-tv, obriga a emergir novos campos no desenvolvimento e disponibilização de conteúdos para linguagem gestual.
Uma das grandes melhorias, em recepção de televisão, depois do aparecimento da televisão a cores, é a transmissão da imagem e som em Alta-Definição (imagens a 1080i e áudio dolby digital) qualidade aproximada apenas em DVD e Blue-Ray.
Os serviços que fornecem conteúdos televisivos pagos, por IPTV, anunciam canais HD. Em Portugal a televisão generalista difundida em sinal aberto já é transmitida em sinal Broadcast DVB-T (TDT) norma Mpeg4, anunciando o switch-off do SD para 2012.Também a difusão através dos canais dedicados na Web, permite qualidade HD , no caso do Youtube, Vimeo assim como os canais de videostream.
Como vamos então adaptar os conteúdos televisivos a esta tecnologia?
Que alterações terão os produtores de televisão implementar para produzir conteúdos neste novo formato. Qual a adaptabilidade necessária a introduzir em produção e pós-produção?
A norma Mpeg4 é uma tecnologia que permite transportar mais informação, será possível transmitir paralelamente conteúdos media que complementem a comunicação, conteúdos adaptados a invisuais e a pessoas com deficiência auditiva?
No entanto será pertinente questionarmos, se esta nova tecnologia permitirá incluir conteúdos adaptados. Quais as suas potencialidades?
Permitirá anexar mais e novos conteúdos, por exemplo, permitirá criar canais com funções inclusivas, adaptados a pessoas com deficiências, permitirá incluir Língua Gestual Portuguesa, legendagem e/ou audiodescrição? De que forma?

fonte telecom.tdt.pt
Os actuais conceitos aplicados serão os mais adequados? As pessoas com deficiência auditiva preferirão a colocação do “quadrado” com o intérprete ou legendagem, que implicações linguísticas trazem estas estruturas. Estarão bem concebidas?
lgp; televisão; tradução; audiovisuais;